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Ninguém sabia o que seria capaz de fazer mais.
Implorou ao pai que chamasse uma ambulância e que a salvasse, mas ele não cedeu: É tarde demais.Com as duas vítimas do pinhal, o total era sete.Primeiro, dentro do carro, encontrado nessa noite junto a Calvaria: Estava mulher madura olhando para a cara de bolonha tudo lá: as armas, papéis, carradas de objectos.De ambulância, transportaram-no para o Hospital Distrital de Leiria onde ficou internado, numa enfermaria isolada e sob vigilância policial.Devo afirmar, obcecado ou não, que três mulheres ajudaram a cavar a minha cova: minha mãe, minha mulher e minha filha.Mesmo assim, tratou de dar seguimento ao assunto: Vou diligenciar no sentido de alguém ir aí ter.E a carta enviada ao jornal Dentro do envelope, remetido logo após os crimes (o carimbo é de 2 de março, às 19h00 havia uma cópia do diário do assassino; registos médicos que dão conta de úlceras e gastrites; recibos de ordenado (recebia cerca.Tentar não matar, mas ferir fortemente a minha mulher (para que ela sinta bem na alma o peso da recordação) e poupar o meu filho para que a semente do mal possa perdurar." Diário de Vítor Jorge Também não seria sua intenção, pelo menos enquanto escrevia.Fotografada apenas da zona do peito para baixo, uma modelo de pele pálida, deitada no areal, exibe o corpo nu, de pernas semi flectidas, com um montículo de areia triangular a tapar-lhe a púbis.
E que tem sempre medo de poder voltar a fazer o mesmo.
Do Estabelecimento Prisional de Coimbra o assassino saiu directamente para o exílio, à guarda de uma prima emigrante em França que, contou no 25 aniversário da chacina a Carlos Ferreira, se responsabilizou por ele junto do director da prisão.
Estranhamente, no dia em que tudo aconteceu ouvi-os para lá muito felizes, saíram e tudo, conta uma vizinha, que assistiu a inúmeras altercações entre o casal.
Sandra rogou-lhe que a poupasse, lutou para tentar tirar-lhe a faca, feriu-se enquanto se debatia, acabou por conseguir partir a lâmina, que caiu ao chão, e vergar o pai: Vai e cuida do teu irmão.
As identificações das vítimas, mortas a tiro de caçadeira e à paulada, foram conhecidas de imediato.No seu diário, descreve-se como um homem que padece de uma neurose obsessiva.Falei com o meu colega.O irmão, Luís Jorge, nasceria no ano seguinte tem hoje 54 anos.Das largas dezenas de noivas que fotografei, sete houve que me ofereceram o seu corpo, dias antes de se casarem, duas poucas horas antes da cerimónia do seu casamento.Uma das raparigas foi morta assim, com um pedaço de pinheiro que ele cortou e usou como marreta, estava irreconhecível.Mandei vedar a zona.Há o perigo actual e futuro do cometimento de novos homicídios.Do outro, o psiquiatra de Leiria Guilherme Wilson, secundado pelo Instituto de Medicina Legal da comarca, que garantia que não lhe tinha detectado qualquer sintomatologia psicótica mas apenas leves perturbações na estrutura da sua personalidade Vítor Jorge devia ser julgado pelos crimes confessados.Detido no dia 5 de março, quinta-feira, confessou-se no sábado ao capelão da prisão.Diamantino Carvalho pensou que era praxe, tinha tomado posse seis meses antes, no primeiro de setembro de 1986, 28 anos acabados de celebrar, só podiam ser os mais velhos a fazer pouco dele.Nunca algum dos três falou publicamente sobre a tragédia do Osso da Baleia e do pinhal da Amieira.Na rua deserta e escura, Sandra Maria Simões Jorge, apavorada, viu um carro em manobras, junto a uma casa, e fugiu nessa direção: O meu pai matou a minha mãe e a minha irmã e quer matar-me a mim também, gritou-lhe.Faustino Cavaco, no Estabelecimento Prisional de Coimbra desde novembro de 1986 (depois de quatro meses a monte, na sequência da famosa fuga da prisão de Pinheiro da Cruz foi um deles.


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